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Alguém Aleatório

Escrevo para mim e não para agradar às massas. Umas vezes sombrio, umas vezes alegre. Umas vezes prosa, outra vez poesia. Umas vezes uma frase, outras apenas uma foto. contacto: ldmail@sapo.pt

Alguém Aleatório

Escrevo para mim e não para agradar às massas. Umas vezes sombrio, umas vezes alegre. Umas vezes prosa, outra vez poesia. Umas vezes uma frase, outras apenas uma foto. contacto: ldmail@sapo.pt

Setembro 25, 2020

Alguém Aleatório

Perdemos a humanidade numa viagem de comboio, valores imorais e irrefletidos que marcarão para sempre o percurso de uma jovem e os seus amigos. Talvez na viagem se tenha perdido mais que a vergonha e o destino traga sabores amargos que continuarão bem para lá do arrependimento. 

Sinto medo enquanto progenitor, não há tarefa mais difícil que a educação, ensinar que os valores estão para lá da aceitação social, das influências negativas. Todos os ditos populares são formas de memória coletiva, que passando de boca em boca, ajudavam a criar guias de bom senso, bem longe das polarizações de hoje em dia. 

Diz-me com que andas e direi quem és. 

Enquanto pais é importante acompanhar os filhos no mundo digital, acompanhar as ligações e perceber o conteúdo que os nossos filhos podem ler no feed de noticias. Preocupa-me o desrespeito pela vida alheia, pela diversidade e pelo bom senso. 

Talvez estejamos a viver as consequências de um espaço sem travões durante muito tempo, que se quer com liberdade, mas com a responsabilidade de conhecer o bom e o mau. Perceber o porquê das escolhas e das consequências que nos trazem, não só no momento mas também no futuro.

https://unsplash.com/photos/RA5ntyyDHlw

fonte: https://unsplash.com/photos/RA5ntyyDHlw

 

Setembro 24, 2020

Alguém Aleatório

Quando começo a escrever, não sei o que vai acontecer.

As mãos tentam acompanhar a velocidade do cérebro, mas a verdade é que muitas vezes nos desviamos dos pensamentos iniciais, eles ganham vida própria e muitas vezes as sinapses entram num auto-piloto estranho que nos fazem perceber que no momento da criação, as centelhas da inspiração estão quase sempre em nós.

Tal como as soluções dos nossos problemas estão quase sempre dentro de nós, só precisamos de olhar bem no fundo da nossa alma para perceber o que fazer. Respostas teremos sempre, mas poderemos não gostar da solução, talvez porque muitas vezes focamos-nos tanto em esconder o que sentimos, a essência do nosso pensamento e damos por nós a ver a verdade, mas uma verdade que nem sempre aceitamos.

Se somos a soma das nossas escolhas, todas as decisões, mesmo que influenciados subliminarmente ou por amigos, são responsabilidade nossa. Por isso temos de decidir mais e pensar de menos, atacar os problemas sem processar toda a informação e ir resolvendo-os à medida que acontecem. 

Perdemos muito tempo a pensar e pouco a agir, pensamos muitos nos outros e pouco em nós. Por isso atacar os problemas mesmo quando nem sempre se tem a certeza da solução pode ser um bom caminho. Nenhuma casa se fez sem o primeiro tijolo, por isso temos de parar de imaginar as soluções e atacar os problemas. Atacar primeiro sem piedade e depois continuar à medida que vão acontecendo. 

Mas atenção, desenha sempre o primeiro plano de ataque, conhece o caminho e prepara-te antes, não fiques é muito tempo neste processo sem nunca agir, sempre a ver o mundo a girar, a vida a passar...

fonte @ https://unsplash.com/photos/uvTqhAnaf6s

fonte @ https://unsplash.com/photos/uvTqhAnaf6s

 

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